SAUDADES INESQUECÍVEIS

A vida árdua nos cansa, deprime, nos estressa apregoando culpabilidades que machucam, descortinando o véu da esperança. Invade-nos o coração sem maldades, as bem-aventuranças são alegrias que irradiamos com constância. Credenciando-nos ao convívio da cristandade, da fraternidade ao sabor do amor, da amizade iluminando noções de felicidades. Sensações alegres e tristes desnorteiam os azimutes divinais sacrossantos que somatizão, mas deificam o amor desencantando as emoções; acoplando singelas energias aos nossos corações.

Afagos, cordialidades, opressões são senões e luzidias de esperanças judiciosas que nós detemos, presos aneladas ao materialismo e as obsessões. Remissões, ególatras são esfacelamentos, transformadoras em paradoxos codificados por ações daninhas, escolhos, estereótipos de incautos sofrimentos. Orgulho, egoísmo e seus derivados, desvios de conduta, vícios, são escaninhos para a nossa alma. a virtude, a fé deve existir para minorar o sofrimento humano, e ascender nossa reforma íntima e promissora.

Masmorras são tristezas lúgubres que nos roubam o mais valioso que temos, a vida divina que enleva o homem ao bem, credencia-nos a mais portentosa louçã, a presença terrena repleta de graciosidade, gentileza, e atitudes viçosas e vigorosas. Convivemos com o feliz e o triste, a presença é sinônimo de alegria, a ausência de tristeza. Sentimos tristeza na ausência pela nossa imperfeição e o excesso de amor no coração. a companhia serena e tranquila quando desanelada transforma alegrias em saudades inesquecíveis.

O coração palpita, desdita, a indolência toma conta de nós, a inércia nos leva a depressão, vem a remissão sintonizada pelo acalanto dos amigos, parentes e aderentes que sofrem como nós. Vêm os melindres, a ociosidade, a tristeza, a comoção, as ações redentoras surgem de toga trazendo venturas altaneiras, o calvário não é o fim, a complacência divina nos enche de luz e a alegria endógena exultará como transformação hosânica de nossos sofrimentos.

Há sempre uma luz no final do túnel e com ela devemos iluminar os nossos dissabores e tristezas transformadas em provações e remissões, a vida em eternidade, a morte em estado passageiro, apenas um enigma enunciado, ambíguo ou velado, somos mais fortes, somos sementes de um ser onipotente, onipresente e onisciente que sempre quer o bem da gente. Tristezas não pagam dívidas, somente a alegria e a felicidade pode nos levar ao ápice da vida e da imortalidade. o vetor desta ventura benfeitora chama-se Deus.


ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI E DA ALOMERCE

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