PASTORIS (ZEYHERIA
MONTANA)
Para o retraimento,
a falta de sociabilidade, o isolamento pessoal, familiar ou grupal;
para pessoas muito desconfiadas com relação às
intenções e atitudes dos outros; para aqueles que
têm o corpo mental freqüentado por idéias de hostilidade
e que projetam tais expectativas sempre que algum estranho se aproxima.
Embora possam ser indivíduos dóceis no convívio
social, eles constroem uma barreira de defesa psíquica, principalmente
contra os desconhecidos. Podem ser levados a ocultar informações
ou qualquer outro elemento de ajuda aos seus semelhantes, devido
à insegurança com relação aos objetivos
e predisposições alheias.
A permanência nos padrões desarmônicos de Pastoris
pode se revelar prontamente na adulteração da qualidade
sanguínea, nas hemorragias, autointoxicações,
urticárias, dificuldades imunológicas e especialmente
nas dermatoses, que refletem na pele as manchas e obscurecimentos
mentais ou as atitudes protetoras anacronicamente exercidas.
A essência é, portanto um coadjuvante floral de valor
nos tratamentos dermatológicos. Do ponto de vista anímico,
ajuda a despertar internamente a consciência da origem comum
de todos, permitindo um relacionamento social mais leve, confiante
e criativo. O remédio floral contribui par eliminar os julgamentos
alienados e as barreiras de separatividade, desenvolvendo maior
moderação, benevolência e fraternidade na convivência
mútua.
Pastoris é a essência preparada com as flores da planta
conhecida como Bolsa-de-astor, Mandioquinha-do-campo, Marfim e Bucho-de-boi.
Trata-se de um arbusto da família das Bignoniáceas.