INCENSOS
O
incenso tem fascinado a humanidade através dos séculos
e é elemento essencial de muitas cerimônias e ritos.
Convencionou-se denominar "Incenso" toda mistura de componentes aromáticos,
tais como resinas, gomas, madeiras, cascas, raízes, etc., que entrem
na prática de queima controlada com o fito de liberar odores para perfumar
ambientes.
Incensos são misturas de componentes alquímicos que possuem uma função
básica: elevação espiritual do ambiente, servindo como agente mediúnico
das intenções humanas ao Astral.
A partir desta definição, pode-se chegar a uma idéia básica: sempre
devemos acender um incenso com uma intenção.
Essa intenção pode ser expressa de várias formas, como agradecimento,
prece, meditação ou limpeza.
A fumaça que sobe significa, abstratamente, a transmutação da matéria
(carvão) em espírito (aroma) e sua elevação a um plano superior. Daí
a importância de uma intenção ao ser aceso, pois a forma-pensamento
por ela criada é elevada ao Astral, e as conseqüências de um pensamento
errado nesta hora podem ser, no mínimo, desagradáveis.
As tradições nos revelam que a utilização de aromas em cerimônias ritualísticas
visavam criar um clima propício para a manifestação de determinado estado
de espírito. E é dessas mesmas tradições que ainda hoje tiramos as pistas
de quais perfumes utilizar para alcançar um estágio de consciência em
especial.
Diversos aromas, amplamente divulgados e estudados na aromaterapia,
desempenham seu papel de coadjuvante facilitando e veiculando a vontade
do operador ao Astral.