As
origens das cartas do Tarô ainda são muito vagas e obscuras
a despeito de inúmeros livros e artigos que vêm ao longo
do tempo tentando iluminar as
trevas que o circundam.
Na realidade as cartas do Tarô não são "ocultas"
ou sobrenaturais ou mágicas no exato sentido da palavra; isso quer
dizer que as cartas não representam nada além da psique
humana, que contém coisas muito profundas, sobre as quais muito
pouco sabemos, e parecem estar ligadas ao mundo externo por meio de algum
significado.
Do ponto de vista simbólico, as figuras designam aspectos da alma
humana, essenciais ao aprendizado do homem. As figuras revelam as virtudes
e os vícios,
as oportunidades e os desafios, o dharma e o kharma.
Todas as cartas dos Arcanos Maiores são ritos de passagem.
São estágios e processos dinâmicos e não simplesmente
quadros estáticos
que permanecem inalterados.
As figuras tradicionais que compõem o grupo são:
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Louco |
Mago |
Imperatriz |
Imperador |
Sacerdotisa |
Hierofante |
Enamorados |
Carro |
Justiça |
Temperança |
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Força |
Eremita |
R.
Fortuna |
Enforcado |
Morte |
Diabo |
Torre |
Estrela |
Lua |
Sol |
Todas essas
análises e figuras foram extraídas do livro "O Tarô
Mitológico" - Juliet Shaman- Burke e Liz Greene
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